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O número de brasileiros com dívidas acima de R$ 5.000 mais que dobrou nos últimos cinco anos. Para algumas dessas pessoas, isso significou o acesso a crédito para aquisição da casa própria ou do primeiro veículo. Outros, no entanto, entraram nas estatísticas oficiais devido ao acúmulo de dívidas e a prestações não pagas. Em setembro de 2009, aproximadamente 23 milhões de pessoas físicas tinham empréstimos ou dívidas.
Para o governo, esse movimento se deve a um aspecto positivo. Já alguns especialistas apontam para os riscos do cenário atual, no qual o crescimento das dívidas é mais rápido do que o avanço dos salários.
O crescimento das dívidas em velocidade superior à do crescimento dos salários conduz à inadimplência.