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Introduziram na Europa coisas tão básicas como os algarismos decimais — em substituição aos romanos, difíceis de usar para cálculos —, jogos, como o xadrez, e a própria arte caligráfica, pois encaravam a palavra escrita como o meio por excelência da revelação divina. Na culinária, difundiram o uso do café, de doces próprios e produtos de pastelaria, do azeite, em substituição à proibida gordura de porco, e de muitos outros temperos, como o açafrão, a noz-moscada, o cravo, a canela e pimentas.
(TRUZZI, Oswaldo. Verde, amarelo, azul e mouro. Revista de História da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro: Sabin, ano 4, n. 46, jul. 2009. pp. 19-21.)
As contribuições descritas no texto base, realizadas no contexto do Medievo, são historicamente creditadas aos