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A natureza e a distribuição das lesões inflamatórias no fígado são geralmente determinadas pela via de entrada, pela resposta inflamatória do hospedeiro, pela natureza do agente infeccioso e por qualquer tendência de envolvimento com um tipo particular de célula hepática. Segundo a classificação morfológica da doença hepatobiliar, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: (1) Hepatite aguda.
(2) Hepatite crônica.
(3) Colangite neutrofílica.
(4) Colângio-Hepatite.
(---) Caracteriza-se por inflamação, necrose hepatocelular e apoptose. Em várias formas, particularmente nas infecções bacterianas e protozoárias, os neutrófilos acumulam-se em resposta ao estímulo quimiotático usual. Quando produzida por infecções virais, como a infecção por herpesvírus em muitas espécies, caracteriza-se mais frequentemente pela distribuição aleatória de necrose e apoptose com mínima inflamação ou infiltração de linfócitos.
(---) Na maioria dos casos de doença intra-hepática, o principal foco das inflamações pode ser identificado ao afetar ou os hepatócitos ou a árvore biliar; mas, em certas ocasiões, ambos os componentes do fígado são afetados, geralmente como uma extensão da doença biliar, tal como a colangite neutrofílica, e envolve os hepatócitos periportais.
(---) Caracterizada por inflamação contínua como resultado da persistência de um estímulo antigênico. Caracteriza-se por fibrose, acúmulo de células inflamatórias mononucleares, incluindo linfócitos, macrófagos e plasmócitos e, frequentemente, regeneração.
(---) Caracteriza-se pela presença de neutrófilos no lúmen ou no epitélio dos ductos biliares. Podem ocorrer tanto as formas agudas quanto as crônicas desse processo, a ruptura dos ductos biliares acometidos pode levar à formação de abscesso hepático. Acredita-se que a maioria dos casos sejam causados por infecções bacterianas ascendentes provenientes do intestino.