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Ter ânimo para levantar da cama e viver um novo dia pode não ser tão fácil para cerca de 121 milhões de pessoas no mundo. A tristeza profunda que envolve é incapacitante e pode levar quadros de depressão, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Uma das principais consequências é a crença de que a pessoa não é capaz de viver feliz. Mas se esse é o seu caso, saiba que a realidade pode ser bem diferente. Que tal começar pela mudança de atitude?
Baixa autoestima, falta de interesse na vida, pouco prazer em exercícios físicos, desânimo com o cotidiano, distúrbio de sono, energia gasta, dificuldade em se concentrar, perda de fome e mau humor são alguns dos sinais mais característicos da depressão. Geralmente, a doença também vem acompanhada de uma tristeza profunda. Quando a pessoa permanece triste e desanimada por mais de 15 dias, é necessário que se procurem causas para o transtorno. O auxílio médico é fundamental, principalmente nos estágios iniciais. O tratamento geralmente inclui terapia e, quanto mais cedo iniciada, maiores as chances de reverter o quadro.
Quando a tristeza complica as relações interpessoais e o cotidiano, é necessário modificar os hábitos e procurar enfrentar vida com mais saúde e alegria. Assim que as mudanças são percebidas e a pessoa se mostra triste, o apoio familiar combinado ao tratamento terapêutico também são fundamentais. Para tratar a depressão, é comum utilizar medicamentos antidepressivos, que estimulam a produção do hormônio serotonina, responsável pela sensação de prazer. Além disso, recomenda-se a prática de exercícios físicos e a busca por métodos alternativos, que estimulem a mente e espiritualidade dos pacientes.
A expressão sublinhada no fragmento “Além disso, recomenda-se a prática de exercícios físicos e a busca por métodos alternativos.”, extraído do texto, pode ser substituída, sem alterar o sentido, por: