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Quando diagnosticada de maneira precoce, a maioria das doenças oferece boas chances de cura. No caso das mulheres, identificar uma predisposição ao câncer de mama poderia fazer toda a diferença. Foi pensando nisso que pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) desenvolveram um novo sensor. Projetado para auxiliar no processo de prevenção, ele é capaz de apontar mutações em um cromossomo específico. Mais acessível do que outras soluções já existentes no mercado, o modelo promete ser uma alternativa eficiente. Atualmente, detectar a predisposição ao câncer de mama só é possível por meio de exames genéticos caros, como fez Angelina Jolie recentemente. Em breve, no entanto, essa realidade pode mudar.
Depois de dois anos de estudos, os cientistas paulistas criaram o protótipo de um sensor capaz de apontar mutações, permitindo exames a um custo médio de R$ 70. Ao contrário do que se poderia pensar, o aparelho é bem simples. Ele é formado por um bastão com condutor elétrico e um disco de ouro de dois milímetros. O teste consiste em colocar uma amostra de sangue ou saliva em contato com o eletrodo. Se os fragmentos se juntarem, formando aquele clássico desenho do DNA, existe uma tendência à doença.
A mutação que revela a predisposição ao câncer de mama ocorre em um gene chamado BRCO1. Ele também aponta uma tendência ao câncer de ovário. Com a patente concluída, os pesquisadores esperam que haja interesse por parte de algum laboratório ou de uma indústria para desenvolver o protótipo e torná-lo uma opção de mercado.
Sobre a colocação dos pronomes, analisar os itens abaixo: I - Ele não se desfaz dos materiais velhos.
II - Ela que se explique sobre suas falcatruas.