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Um senhor, 48 anos, busca atendimento na unidade de saúde da família por estar com uma “ferida” próxima ao lábio superior. Apresenta-se ao recepcionista da unidade demonstrando ansiedade e preocupação, desejando ser atendido com urgência. O senhor é um velho conhecido da equipe de saúde, pois vem com frequência à unidade de saúde acompanhar sua esposa diabética, que precisa realizar curativos por apresentar úlceras nos membros inferiores. Diante da visível ansiedade do senhor, o recepcionista leva a situação ao Médico da Família e Comunidade; este, por não conhecer previamente o histórico do paciente, apenas que o mesmo acompanha a esposa para realizar curativos, solicita que o senhor aguarde e informa que já irá atendê-lo. Frente a situações como essa um Médico de Família: I - Deve ser competente no método clínico centrado na pessoa ao receber aqueles que buscam ajuda, devendo investigar suas queixas de maneira integrada, sensível e apropriada, demonstrando empatia e harmonizando a relação clínica.
II - Não precisa desenvolver um entendimento da experiência da pessoa sobre a doença, particularmente suas ideias, sentimentos e expectativas sobre o que está acontecendo com ela, e identificar que pode haver impacto da doença na sua vida pessoal, familiar, profissional e social.
III - Deve usar seu entendimento do desenvolvimento humano, das famílias e de outros sistemas sociais para aprimorar uma abordagem compreensiva do manejo da doença da pessoa e sua família.
Está(ão) CORRETO(S):