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Reverenciado como uma das melhores estratégias de formação de talentos, o treinamento movimenta bilhões de dólares no universo corporativo, ainda mais com a realidade da globalização entre os mercados. Mas é preciso ter critérios de quem treinar, o que nem sempre é fácil. Na Universidade Apple, por exemplo, a matéria afirma que “gênios não nascem, são feitos” e que a participação dos funcionários ocorre a partir da indicação dos vice-presidentes seniores em e-mail que enviam ao reitor com sugestão dos nomes. Parte-se do princípio que muitos desses escolhidos surgem porque a empresa tem forte vocação para desenvolvimento de carreiras, e constantemente vão surgindo movimentos de promoção. Nos cursos da Apple também é possível se ter aulas inteiras dedicadas ao estudo de outras empresas, buscando saber a origem de seu sucesso ou fracasso. Em uma dessas jornadas, professor e alunos concluíram que o sucesso de um concorrente se dava pelo alto grau de sofisticação e complexidade do trabalho, que constantemente sofria modificações em sua execução, um fenômeno especialmente típico de empresas de tecnologia. “A Apple University é uma escola de negócios com o modo Apple de ser: de alta qualidade e com atenção impecável aos detalhes”.
Considerando-se as grandes necessidades que um treinamento deve suprir, caracterizadas por determinadas passagens do texto, afirma-se que há necessidade de: