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Bacon polui o ambiente
Nem chester, nem peru. Na província de Sichuan, no sudoeste da China, durante as festas do Ano-Novo Chinês (que este ano caiu em 19/02), as mesas ficam cheias de bacon. A carne de porco é defumada artesanalmente em casa ou em defumadores municipais para qualquer um usar. Nos primeiros meses do ano, a produção costuma aumentar por causa do feriado, mas em 2015 a coisa passou dos limites.
Depois que o índice de qualidade do ar ultrapassou o tolerável e oscilou entre “poluição pesada” e “poluição severa”, o governo apontou o bacon como culpado. Em janeiro, locais de defumação foram destruídos no Município de Dazhou. A vizinha Chongquing seguiu o exemplo. Mas uma organização não governamental de proteção ambiental rechaçou a hipótese: por três dias, eles mediram o impacto no ambiente de 12 locais de defumação. E, segundo a ONG, a fumaça só foi capaz de contaminar um raio de 50 metros. Quase nada perto da poluição gerada por carros e pela indústria.
Os verbos sublinhados em “... o governo apontou o bacon como culpado. Em janeiro, locais de defumação foram destruídos...” estão conjugados no modo indicativo, respectivamente, no(s) tempo(s):