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Eu faço versos como quem chora De desalento... de desencanto... Fecha o meu livro, se por agora Não tens motivo nenhum de pranto. Meu verso é sangue. Volúpia ardente... Tristeza esparsa... remorso vão... Dói-me nas veias. Amargo e quente, Cai, gota a gota, do coração. E nestes versos de angústia rouca Assim dos lábios a vida corre, Deixando um acre sabor na boca. -Eu faço versos como quem morre.
Considere os versos abaixo elencados quanto a classificação morfológica dos termos sublinhados e, assinale V para a verdadeira e F para a falsa:
( ) Eu faço versos como quem chora (conjunção).
( ) Fecha o meu livro, se por agora (advérbio).
( ) Não tens motivo nenhum de pranto. (pronome indefinido).
( ) Assim dos lábios a vida corre, (artigo definido).
( ) Eu faço versos como quem morre. (numeral).
As assertivas são respectivamente: