///
Crônica tem esta vantagem: não obriga ao paletó e gravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige de quem o faz o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, esporte, política nacional e internacional, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico, etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou o comentário preciso que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial, e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a variação do espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal, ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais do que isso seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.
Carlos Drummond de Andrade
Como a multiplicidade dos fenômenos é unificada pelas respectivas ideias, unas e imutáveis, do mesmo modo a multiplicidade das ideias encontra a sua unidade na ideia do bem, que é o ser sem o qual não se entende o vir a ser. E, embora ela apresente atributos divinos, a essa realidade suprema falta o poder criador, ou melhor, ordenador, de que é dotado o demiurgo, o qual, ainda que superior à matéria, é inferior às ideias, de cujo modelo se serve para ordenar o mundo, extraindo o cosmos do caos. Da mesma maneira que o demiurgo, mas subordinado a ele, as almas têm uma função mediadora entre as ideias e a matéria. Segundo Platão, existem três tipos de alma:
Para superar a condição de, simplesmente, atividade de Educação Física e alcançar o status de prática pedagógica na escola, uma questão se faz fundamental: estimular a autonomia dos envolvidos no processo de ensino aprendizagem na escola (professores e alunos), promovendo a conscientização e a apropriação, por parte dos professores sobre o que se ensina e, por parte dos alunos, sobre o que se aprende.
Analise os itens abaixo:
O brincar faz parte da vida e do desenvolvimento das crianças, é um direito reconhecido mundialmente. Por este motivo merece a atenção dos governantes, dos pais, das instituições escolares, dos educadores e da sociedade como um todo.
Analise os itens abaixo:
I. A importância do brincar para a criança é reconhecida mundialmente pela legislação e pode ser confirmada na Declaração Universal dos Direitos Humanos.
II. O Estatuto da Criança e do Adolescente também aponta como direito da criança e do adolescente a liberdade de “brincar, praticar esportes e divertir-se”.
III. Como o brincar é um referencial da criança e uma das primeiras maneiras de ela se relacionar com o universo à sua volta, não podemos nos esquecer de que os anos iniciais do Ensino Fundamental envolvem crianças, do primeiro (6 anos) ao sexto ano (12 anos), visto que de acordo com o ECA, considera-se criança “a pessoa de até doze anos de idade incompletos”.
IV. A BNCC valoriza situações em que o brincar faz parte do processo de ensino e aprendizagem, esclarecendo que este precisa estar articulado com as experiências vivenciadas pelas crianças de maneira progressiva e relacionada com o mundo.
Marque a alternativa CORRETA: