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Não sei se podemos nos arrepender do que nos fazem, já que não podemos impedir que façam – argumentei. Quase nunca podemos, e, ainda assim, os piores arrependimentos são do que deixamos que nos façam. […] É... a boca banguela da vida não brinca em serviço. Mas ainda bem que podemos ser diferentes do que fomos. […] Sob o véu da inocência reside uma capacidade tremenda de ferir. Não dependemos de discernimento para fazer grandes estragos. O que realmente nos fere, sempre envolve o que amamos.
Com base na leitura do Texto 5, assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE os elementos que determinam o foco narrativo do trecho em questão.