A criação da Legião Brasileira de Assistência (LBA), em 1942, a promulgação da Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS), em 1993, e a regulamentação do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), em 2003, foram as principais ações que possibilitaram à assistência social passar a ser concebida como um direito, e não como um favor permeado pelo assitencialismo.