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Acredito no diálogo. Sempre acreditei. Mesmo no mais duro, no mais áspero, ponho a minha fé. Na busca sincera do entendimento ou do convencimento, admiro as falas de cada um. Apalavra certa no momento exato, o xeque-mate. Ou o discurso equivocado, mas cheio de verdadeira paixão. O falar pausado ou o desmedir a voz. O adicionar o choro, o recorrer ao berro. O calar súbito que surpreende e o recomeçar no tom baixo que desarma. Reconheço até que o chutar o balde faz parte do diálogo. Permite às vezes que a conversa vá adiante. Tudo vale quando se quer chegar ao outro honestamente. [...]
Avalie as proposições abaixo e coloque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas, observando que no enunciado “Acredito no diálogo. Sempre acreditei” (linha 1), há uma indicação temporal que
( ) se refere a um momento delimitado na escala do tempo por meio do emprego de um termo adverbial.
( ) equivale à ocorrência da enunciação enfatizada por um tempo indeterminado.
( ) demarca a circunstância da ação que se dá em um tempo específico.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é: