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Rubem Alves afirma que escreve para lutar contra o tempo. “A escritura e a leitura fazem os mortos ressuscitar, fazem o passado acontecer de novo. Por isto, que ao ler o que aconteceu e não mais existe, nós rimos e choramos como se aquilo que aconteceu estivesse acontecendo de novo”. (ALVES, Rubem, A máquina do tempo. Revista Educação. Ano 14. Nº165. p.58).
Neste sentido, a escrita deve ser um (a)