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Na visão de Irandé Antunes, “a língua sob a forma de uma entidade concreta, não existe. O que existe são os falantes, são grupos de falantes. A língua tomada em si mesma não passa de uma abstração, de uma possibilidade, de uma hipótese. São os falantes que sempre em situação social, particular, usam e criam os recursos linguísticos para interagirem uns com os outros e fazem circular a gama de valores culturais que marcam cada lugar, cada situação e cada tempo”. (Língua, Texto e Ensino. São Paulo: Parábola, 2009, p.22)
Nessa concepção, é possível afirmar que a língua
I- só pode ser vista como um conjunto sistemático, mas heterogêneo, aberto, móvel e variável, regulado por comunidades de falantes.
II- é uniforme, falada em todo lugar e em toda hora do mesmo jeito, de forma que os usos linguísticos são aleatórios e de aplicação irrestritas.
III- é um grande ponto de encontro, de cada um de nós, com os nossos antepassados, com aqueles que fazem parte de nossa história, de qualquer forma.
Está CORRETO o que se afirma apenas em