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Leia o texto a seguir.
O artigo intitulado “Do choque com a realidade à estabilização: justificativas para as intervenções da educação física nos centros de atenção psicossocial de Goiânia” analisa as justificativas das intervenções relacionadas às particularidades do trabalho do núcleo profissional da Educação Física no campo da saúde mental relatadas em entrevistas em Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) de Goiânia. Em síntese, os autores concluem que [...] no início da carreira os professores dão sequência às atividades já desenvolvidas ou constroem propostas a partir das condições estruturais do CAPS. Nesta fase, ganha destaque a insatisfação dos professores quanto à execução de atividades de cujo planejamento não participaram, mas que, por outro lado, contribuem para a aceitação do professor pela equipe e nos processos de adequação e ajustamentos à nova realidade de trabalho. Na fase da estabilização, os professores estruturam suas ações levando em consideração fundamentos teóricos apropriados na formação continuada – no serviço ou fora dele – e nas necessidades do usuário, identificadas pela equipe ou por ele mesmo. Destacamos que é nesta fase da carreira que o professor constrói sua legitimidade profissional e se integra com a equipe, sendo mais reconhecido pelos outros profissionais do serviço de saúde mental.
O texto indica que os profissionais de educação física nos serviços de saúde mental