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Huizinga (1980) situa o lúdico como um elemento da cultura, presente em todas as formas de organização social, das mais primitivas às mais sofisticadas na contemporaneidade. Concede-lhe uma função significante, ou seja, afirma que a essência do lúdico não é material, uma vez que ultrapassa os limites da realidade física, encerra um determinado sentido, transcendendo as necessidades imediatas da vida. Sendo assim, o lúdico traz em seu contexto histórico a representação da realidade (matéria, natureza) recriada metaforicamente por meio do brinquedo e ato de brincar.
O brincar, por sua vez, é um caminho para a construção de experiências, mesmo por meio do “faz de conta”, pois ascende o aprender. Dentro dessa concepção, o ato de brincar auxilia na elaboração e ampliação