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Leia o caso clínico a seguir.
Paciente de 70 anos, do sexo feminino, ao fazer a poda no jardim de casa, perfurou o dedo com espinho de roseira. A vizinha aconselhou-a a ir à unidade básica de saúde (UBS) para avaliar a profilaxia de tétano. Ao chegar à UBS, disse ter certeza de duas doses de vacina dT ao longo da vida, sendo a última há mais ou menos sete anos, quando teve uma fratura.
Nesse caso, qual profilaxia antitetânica deve ser preconizada para essa paciente?