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Leia o caso clínico a seguir.
Paciente de 27 anos teve TCE grave pós-acidente automobilístico. Foi admitido em pronto-socorro com escala de coma de Glasgow de 7, pupilas anisocóricas, sendo prontamente internado em unidade de terapia intensiva. Foi feito o diagnóstico tomográfico de hemorragia intraparenquimatosa difusa, hipertensão intracraniana e hematomas subdurais, levando a um desvio de linha média. Foram necessárias duas intervenções neurocirúrgicas, após as quais houve melhora gradual do quadro neurológico. Após três meses de internação recebeu alta. Hoje, o paciente retorna para consulta, após 15 dias da sua alta. Queixa-se de polaciúria iniciada há 10 dias, indo ao sanitário várias vezes durante o dia e à noite para urinar. Tem também aumento de sede, ingerindo mais água do que seus familiares. Após a alta hospitalar, tem feito uso de fenitoína, amitriptilina e, em caso de dor, paracetamol. Ao exame físico, está em bom estado geral, hidratado, sem déficits neurológicos, normotenso, com peso de 70 kg. Traz os seguintes exames: glicemia de jejum = 110 mg/dL, hemoglobina glicada A1c 6,4%, sódio = 137 mEq/L, densidade urinária 1010 (referência: 1010 – 1025), hemograma, cálcio sérico, função renal e hepática normais. O volume urinário nas 24 horas é de 2.985 ml.
Diante do quadro clínico, qual é o diagnóstico mais provável?