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Profissionais da/na formação humana escolar e não escolar ainda mantêm viva a prática de pedir e buscar receitinhas para propor atividades às crianças e adolescentes em aprendizagem, principalmente as artísticas. Segundo Quadros (2012), “Por vez ou outra, ainda se ouve: -Me dá a cópia disto? Me dá uma dica daquilo? Não nos damos conta da dimensão pulsante do percorrido por cada um (processo vivencial), que nunca se repete e não cabem receitas”. Seguindo o pensamento da autora, é correto afirmar: