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Segundo Carlos Walter Porto-Gonçalves, existe, em relação ao aquecimento global e ao efeito estufa, “um entrecruzamento dos interesses de grupos econômicos poderosos com as decisões políticas que devem visar o interesse público. […] pelo simples fato de serem grandes, esses grupos econômicos têm poder suficiente para influir amplamente nos destinos de todos e cada um e, como vemos, nos destinos do planeta”. Essa afirmação só é certa se: