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Em 1947, a Organização Mundial de Saúde (OMS) conceituou saúde como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de doença ou enfermidade”. Nesse contexto, estudos psicológicos de relações de apego e da parentalidade e descobertas das neurociências reforçam a importância do cuidado integral na primeira infância (até 6 anos de idade), impulsionam ações de promoção à saúde, de prevenção de agravos e de assistência à criança em consonância com a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança, de 2015, e buscam favorecer um crescimento e desenvolvimento saudável. Sobre os aspectos psicológicos que interferem na saúde mental e no comportamento na infância e adolescência, é correto afirmar: