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Paciente de 48 anos, sexo feminino, é levada ao serviço de emergência por alterações visuais, cefaleia intensa e confusão mental. Vinha apresentando quadro sugestivo de fenômeno de Raynaud há seis meses, além de rigidez articular e astenia. Apresenta frequência cardíaca de 98 bpm, pressão arterial de 226/112 mmHg, frequência respiratória de 14 mrpm, temperatura 36,5 °C e SpO2 98% em ar ambiente. Ao exame físico, destacam-se “pele dura” e nódulos e úlceras nas pontas dos dedos. Fundo de olho demonstra cruzamentos arteriovenosos patológicos, hemorragias superficiais em forma de chama e exsudatos algodonosos. Exames laboratoriais demonstram: Hb = 8,9 g/dL; VG = 27%; VCM = 90,2 fL; HCM = 30,3 pg; CHCM = 33,8 g/dL; RDW = 13,8%; esquistócitos = +; leucócitos = 5.900/mm³; diferencial = sem alterações; plaquetas = 90.000/mm³; creatinina sérica = 2,7 mg/dL; ureia = 70 mg/dL; potássio sérico = 4,4 mEq/L; sódio sérico = 141 mEq/L. Exame de urina demonstra proteinuria 1+, sem hematuria, sem presença de cilindros. FAN = 1:160, com padrão nuclear pontilhado fino. Diante do exposto, qual opção é indicada no manejo dessa paciente?