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Os pacientes com traumatismo cranioencefálico (TCE) grave, com escala de coma de Glasgow igual ou menor que 8, são, geralmente, submetidos à monitorização da pressão intracraniana (PIC) e da pressão arterial média (PAM) e tratados de acordo com um protocolo rígido de assistência, que inclui sedação, elevação de cabeceira do leito, ventilação mecânica otimizada, fisioterapia respiratória e motora. Nesses casos, os pacientes com alterações cardiorrespiratórias apresentam: