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Barroco & Terra, ao tratar do Código de Ética do assistente social, consideram que “sua história é perpassada por um fenômeno que tem se intensificado na sociedade brasileira há anos: a popularização do discurso ético ideológico para legitimar práticas antiéticas. Da economia à política, da vida cultural à cotidianidade, os apelos à ‘ética’ crescem na medida em que se aprofundam a miséria e a corrupção na sociedade brasileira” (2012, p. 31). Apoiado nesse referencial, o Código de Ética de 1993 inscreveu a ética e os valores no âmbito da práxis. Nesse sentido, é válido destacar que: