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RAH, 32 anos, tabagista, ansiosa, foi submetida a abdominoplastia redutora há 6 dias e chega ao pronto-socorro com queixa de dispneia associada a dor torácica já com 8 horas de evolução. Ao exame, apresenta ferida operatória com deiscência em seu terço lateral esquerdo, com secreção purulenta em seus bordos, mas flácido e indolor, extremidades frias e enchimento capilar lentificado. Dados vitais Glasgow 15, PA 101/48 mmHg, FC 132 bpm, FR 32 ipm, T 37,0 ºC e SpO2 de 85% com O2 suplementar em névoa 10 L/min. Laboratório com hemograma Hb 13 g/dL, leucócitos 13.300/mm3 com 5% de bastões e lactato 4,5 mmol/L. Raios X de tórax normal exceto por cúpulas diafragmáticas elevadas. ECG com taquicardia sinusal, mas ondas P e T negativas em V1. Ultrassom à beira do leito demonstra “no visual” coração com função global preservada, dilatação do VD, cava inferior cheia sem oscilar, ausências de linhas B pulmonares. No caso clínico descrito, o diagnóstico provável é: