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P.T.E., 48 anos, masculino, obeso (IMC = 35), diabético, dislipidêmico e hipertenso controlado, com história de alergia a dipirona, foi submetido a gastroplastia redutora por artrose precoce de quadril. Procedimento sem intercorrências, recebe alta com dieta específica, diclofenado (AINE) para controle de dor, mas sem profilaxia de TEV. Retorna 4 dias após com queixa de dor epigástrica irradiada para tórax, edema significativo e dor em panturilha direita, palidez cutâneo-mucosa e hipotensão. Ainda no pronto-socorro, recebeu dipirona EV pela dor na perna. Já na UTI, apresenta PAM = 90x50 mmHg, lactato de 7 mmol/dL e optamos por intubação com suporte em VM invasiva. Devido às diferentes causas possíveis de choque, foi instalada monitoração invasiva, a qual demonstrou débito cardíaco = 2,5 L/min, resistência vascular periférica = 2900 (normal ~ 1.600 a 2.400 dyne.s.cm-5/m2), pressão venosa central = 7 mmHg e variação da onda de pulso = 20% (normal < 13%). Levando em consideração os dados apresentados, assinale a alternativa correspondente à causa mais provável do choque e à conduta clínica inicial.