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A afirmação do projeto ético-político do Serviço Social, a partir da década de 1990, se dá sob princípios que são consoantes àqueles defendidos pelo movimento da Reforma Sanitária, a exemplo da universalização do acesso à saúde, da democratização da gestão e do estímulo à participação popular. Entretanto, no âmbito dessa profissão, há avaliações que constatam que a atuação de assistentes sociais na área da saúde é marcada pela burocratização, rotinas definidas institucionalmente, encaminhamentos pontuais e ausência de planejamento. Conforme o artigo “Práticas Democráticas na Saúde”, de Vasconcelos (Mota et al., 2007), os espaços de trabalho, na área de saúde nos quais se verificam essas lacunas, são: