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No texto “A interdisciplinaridade na violência sexual”, Azambuja (2003) destaca a relevância do trabalho interdisciplinar em equipes que atuam no campo das violências, em particular, a violência sexual contra crianças. Ressalta que a interdisciplinaridade supera a “rigidez e a falsa autonomia das disciplinas, as quais não permitem acompanhar as mudanças no processo pedagógico e a produção de conhecimentos novos” e põe em questão posições prepotentes e unidirecionais nas explicações e abordagens de determinados fenômenos humanos complexos. Nas situações de violência sexual contra crianças, a autora faz a defesa que do trabalho interdisciplinar como forma de atuação que questiona as práticas: