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Dentre as teses que fundamentaram o Serviço Social nas décadas de 1980 e 1990, segundo Iamamoto (2011), encontra se uma que afirma existir "uma identidade da profissão em si mesma, considerada como elemento definidor de sua participação na divisão social do trabalho e na totalidade do processo social". A hipótese desta tese é de que a "ausência de identidade profissional fragiliza a consciência social da categoria profissional, determinando um percurso alienado, alienante e alienador da prática profissional". O(a) autor(a) desta tese é: