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Mulher de 68 anos chega ao ambulatório de clínica médica com uma história de 6 meses de cefaleia. A cefaleia era exclusivamente durante a madrugada, acordando a paciente. Dor holocraniana de moderada a severa intensidade, pulsátil. Nega fenômenos autonômicos (coriza e ou lacrimejamento) e refere que a cefaleia tinha uma duração média de 30 a 40 minutos. A frequência era diária. Durante o dia não apresentava nenhum sintoma. O exame físico e neurológico era normal. Qual é a melhor hipótese para essa paciente?