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Mulher de 71 anos apresenta-se no consultório médico com uma cefaleia de início há dois meses. A cefaleia é diária, sendo mais intensa ao final do dia. A dor é holocraniana, tendo sua intensidade maior localizada na região suboccipital e cervical e temporal esquerdas. A dor tem intensidade moderada a severa que não responde ao uso de AINH, derivados da dihidroergotamina e tampouco a derivados dos triptanos. A paciente refere também claudicação de mandíbula. Há 120 dias, tem apresentado fraqueza generalizada e dores mal delimitadas pelo corpo. O exame físico apresenta-se com uma discreta alteração da papila esquerda (borramento). Qual é a melhor hipótese diagnóstica?