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Imagine o cenário: grandes empresas lançam desafios. Os autônomos colaboram em rede. Os pequenos empreendedores estão em busca de oportunidades promissoras. Nesse panorama, as relações não serão engessadas. Os profissionais vão trabalhar mais por empreitada, em contratos de curta e média duração. Pequenos grupos podem se formar, realizar uma tarefa, dissolver-se e reagrupar-se para o trabalho seguinte. Nas empresas, as equipes também serão móveis. O profissional precisará ter liderança para montar equipes e executar projetos de emergência. No Brasil, as relações flexíveis vão esbarrar na Consolidação das Leis de Trabalho. Mas há maneiras de não ferir a legislação. Esses trabalhos deverão ser realizados por consultores e autônomos.
Em “Nas empresas, as equipes também serão móveis.”, ocorre