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A história da apicultura brasileira foi sistematizada em uma fase inicial, considerada amadora, representada pela criação de abelhas melíferas de origem europeia, e pela fase atual, profissional, que foi desencadeada pela formação do poli-híbrido, a abelha africanizada. A partir da africanização, houve um aumento e diversificação da produção apícola, abrangendo muitas regiões, o que contribuiu para colocar o Brasil no 11º lugar do ranking mundial de produção de mel.
Desde sua africanização, a apicultura brasileira esteve ausente dos principais noticiários sobre perdas de enxames, devido à baixa ocorrência de doenças clássicas que afligem os apicultores em todo o mundo, fato que evidenciou a alta resistência das abelhas africanizadas a patógenos e posicionou o Brasil como um país de poucos problemas na área de sanidade apícola.
É possível que, durante os primeiros vinte anos de africanização, ocorrências de doenças tenham sido negligenciadas pelos apicultores, devido às dificuldades de revisão de suas colmeias. A partir da adoção de novas técnicas para manejo dos enxames africanizados, foram sendo denunciadas perdas nos apiários, principalmente devido a fugas e enxameação.
A pontuação, nesse texto, deixa clara sua finalidade: mostrar aspectos positivos e negativos relacionados ao cultivo de abelhas no Brasil. Para tanto, as vírgulas depois de “a partir da africanização” (linhas 6 e 7) e “desde sua africanização” (linha 11) foram utilizadas com o objetivo de separar