///
No final da primeira década do século passado, o jovem Dr. Hans Geiger e o estudante de graduação Ernest Marsden trabalhavam no Laboratório do professor Ernest Rutherford, em Manchester, buscando desenvolver métodos para a contagem das partículas alfa em fenômenos radioativos. Além disso, tentavam explicar os resultados obtidos quando diferentes materiais metálicos eram submetidos a essas radiações. Geiger e Marsden investigaram a quantidade relativa de reflexões a partir de diferentes metais com espessuras variadas e a fração de partículas alfa (He2+) incidentes nos metais que eram refletidas. Assim, para a conhecida experiência de Rutherford, preparou-se uma fina lâmina de ouro que foi submetida a um feixe de partículas alfa, verificando que, quando essa lâmina metálica era incidida por tais partículas, a maioria delas a atravessava diretamente. Entretanto, surpreendentemente, verificou-se que uma quantidade muito pequena de partículas alfa retornava com grandes ângulos de desvio, que poderiam chegar a 90º ou, até mesmo, voltar em direção à fonte radioativa. Para explicar esse resultado, Rutherford propôs a existência do núcleo atômico.
Considerando o exposto, é CORRETO afirmar que, se a lâmina de ouro fosse substituída por uma lâmina de cobre, com a mesma espessura, na realização do experimento de Rutherford, os resultados indicariam que: