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Casa comigo... de novo?
Depois daquela história de Joanita querer se separar, eu decidi que tinha que salvar meu casamento.
Peguei meu carro e saí pelas ruas procurando uma floricultura qualquer e um belo presente para minha mulher. Fui ao mercado, comprei tudo do bom e do melhor para preparar um banquete para Joanita.
Fui para casa e comecei a preparar tudo. Enquanto o talharim cozinhava e o molho fervia, resolvi arrumar a mesa.
Flores, toalha de algodão, copos, pratos e talheres e, para dar um toque romântico, joguei algumas pétalas de rosas na mesa. Estava tudo perfeito, a cara dela.
Terminei o jantar, e enquanto o pernil assava fui rapidamente para o banho, pois meu tempo era curto. Saí do banho às pressas, me vesti como um príncipe, passei um perfume e voltei aos meus a fazeres.
Tirei o pernil do forno, terminei de pôr a mesa quando ouvi o ronco do motor: era ela!
Peguei o vinho, coloquei-o na mesa e fui abrir a porta.
Joanita devia estar cansada de ver meu rosto por tantos anos e eu me surpreendi porque ela sorria naturalmente, mas já chegou me questionando: "Belarmino o que é isso, ou aquilo?" Esse é o maior defeito dela.
Sentamos, tomamos um copo de vinho e ficamos conversando por horas e horas, então lancei a pergunta: "Casa comigo de novo?"
Analise o trecho a seguir: Joanita devia estar cansada de ver meu rosto por tantos anos e eu me surpreendi porque ela sorria naturalmente, mas já chegou me questionando: "Belarmino o que é isso, ou aquilo?"
Considerando as regras da norma culta e os efeitos de sentido, é correto afirmar que: