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A adaptação do atendimento fisioterapêutico durante o período de isolamento social imposto pela crise sanitária da COVID-19 forçou que profissionais e órgãos reguladores refletissem sobre suas práticas profissionais. De acordo com o documento “Recomendações da ABRAFISM sobre fisioterapia em uroginecologia e coloproctologia em tempos de COVID-19”, o que NÃO É recomendado durante o atendimento remoto de pacientes com disfunções do assoalho?