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Uma gestante de 28 anos, primigesta, com 32 semanas de gestação, é admitida com queixa de cefaleia intensa, escotomas visuais e dor epigástrica. Apresenta pressão arterial de 170/115 mmHg. Exames laboratoriais revelam plaquetas de 85.000/mm³, TGO (Transaminase Glutâmica Oxalacética) de 150 U/L e creatinina de 1,4 mg/dL. O diagnóstico de pré-eclâmpsia com sinais de gravidade é estabelecido. Analise as afirmativas a seguir sobre o manejo imediato desta paciente.
I.A conduta inclui a administração imediata de Sulfato de Magnésio para prevenção da eclâmpsia e a administração de um anti-hipertensivo de ação rápida (ex: Hidralazina intravenosa) para controle emergencial da pressão arterial severa.
II.A administração de Corticoesteroides (ex: Betametasona) para maturação pulmonar fetal está indicada, e a interrupção da gestação deve ser planejada, mas adiada por 48 horas para permitir o efeito máximo do corticoide, desde que as condições maternas permaneçam estáveis.
III.A interrupção da gestação pela via mais rápida (cesariana, neste caso) está indicada imediatamente após a estabilização materna, pois a presença de disfunção de múltiplos órgãos-alvo (plaquetopenia, elevação de enzimas hepáticas, insuficiência renal) torna o adiamento da interrupção, mesmo para corticoterapia, um risco inaceitável.
Está correto o que se afirma em: