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A Ilíada: guerra, deuses e reflexão dos tempos
Um dos grandes poemas épicos de Homero que sobreviveram, "A Ilíada", desenrola-se ao longo de dois meses no último ano da Guerra de Troia. Os gregos − liderados por Agamenon e tendo Aquiles como seu maior guerreiro − tentam capturar a poderosa cidade de Troia. Os troianos − cujo líder era Heitor − resistem durante dez anos.
Neste combate mortal escrito por Homero, que se tornou um dos maiores clássicos da literatura mundial, há também um elenco de coadjuvantes formado por deuses e deusas que frequentam o campo de batalha para influenciar os acontecimentos da guerra.
Enquanto os deuses discutem e os homens lutam, as mulheres de Troia são limitadas a observar a guerra a partir das muralhas da cidade e a esperar que os seus maridos e filhos regressem para casa.
Cada geração interpreta "A Ilíada" de uma maneira diferente. A obra acaba representando um espelho dos tempos em que é lida, mas esse espelho também reflete o período em que foi escrita.
Em um texto publicado pela BBC Culture, a tradutora Emily Wilson − a primeira mulher a traduzir a "Odisseia" de Homero para o inglês − explora as histórias das deusas gregas envolvidas com a guerra, mas também como os sentimentos de honra e reputação, tão presentes no poema, falam sobre padrões de masculinidade.
Para ela, a obra também aborda outros temas da atualidade: as mudanças climáticas e como a natureza reage à intervenção do homem.
Pluralidade linguística nos EUA: muito além do inglês
Nos Estados Unidos, o inglês é o idioma preponderante, com o espanhol em segundo lugar.
De acordo com um levantamento do Instituto de Políticas Migratórias, quase setenta milhões de pessoas disseram falar uma língua diferente do inglês em casa.
O português, embora não esteja no topo do ranking, é falado por quase um milhão de pessoas. E, em três Estados americanos, ele é o idioma mais falado após o inglês e o espanhol: Massachusets, Connecticut e Rhode Island, todos no nordeste dos Estados Unidos.
Essa região é conhecida não só por abrigar um grande número de brasileiros, mas também de portugueses e angolanos.
Curiosamente, o espanhol é a língua mais comum após o inglês em todos os Estados, exceto quatro: Alasca (onde as línguas esquimó-aleútes dominam), Havaí (ilocano, samoano, havaiano, marshallês ou outras línguas austronésias), Maine e Vermont (francês).
Diferentemente do que muitos imaginam, o inglês não é a língua oficial dos Estados Unidos, apesar de ser o idioma dominante. Isso porque o país não tem língua oficial. Os Estados Unidos sempre foram uma nação multilíngue.
Em 1780, a proposta do congressista John Adam de tornar o inglês a língua oficial dos Estados Unidos foi considerada antidemocrática e uma ameaça à liberdade individual.
Muitos Estados americanos, por outro lado, decretaram o inglês como língua oficial.
Qual das afirmações abaixo está de acordo com as informações sobre a diversidade linguística e o uso do inglês nos Estados Unidos?