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Um homem de 59 anos, hipertenso e tabagista há 20 anos, apresenta dor epigástrica persistente nos últimos meses. Ele foi internado na emergência após um episódio de hematêmese. Após estabilização inicial, foi realizada uma endoscopia digestiva alta, que identificou uma úlcera duodenal na parede posterior com sangramento ativo, porém não pulsátil. O paciente também relatou uso frequente de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) para dor crônica. A classificação de Forrest e a terapia indicada para esse paciente são, respectivamente: