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Joselita
Joselita foi pobre de passar fome. Quando deixou de sê-lo, o espírito não acompanhou. A vida não gozava. Comia pouco, usava trapos. Reciclava lenços, lavava o fio dental usado. Afastou-se de todos. Em “Morreu sozinha em sua cama, onde ratazanas criavam filhotes, alimentadas por sua carne magra e aquecidas por cerca de 300 mil reais que juntara sob o colchão.”
Internet: <folhadabaixada.com.br> (com adaptações).
O fato de que o texto é narrativo curto, em prosa permite enquadrá-lo no gênero conto ou no gênero crônica, a depender do grau de verossimilhança que se interprete que ele possui.