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O relatório da comissão de inquérito das Nações Unidas (COI) que tratava das ações empreendidas por Israel, cujas intenções eram a de provocar o máximo dano, o que desrespeitava, assim, os princípios da distinção, da proporcionalidade e das precauções adequadas, foi aceito com desconfiança pelo embaixador de Israel na ONU, em Genebra.