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Para vencer os limites de nossos olhos, desenvolvemos telescópios e microscópios, que nos permitem ver da imensidão do cosmo ao diminuto mundo subatômico. Assim, ganhamos conhecimento em todas as escalas. Em uma noite sem a Lua no céu e afastados da poluição luminosa, conseguimos ver milhares de estrelas. Em certas épocas do ano, podemos enxergar o centro da nossa galáxia (Via Láctea) na forma de uma faixa leitosa. No hemisfério Sul, é possível ver a olho nu a Grande e a Pequena Nuvem de Magalhães. Galáxias-satélite à nossa, essas estruturas estão a 160 mil e 200 mil anos-luz de distância da Terra, respectivamente — um ano-luz equivale a aproximadamente 9,5 trilhões de km. O objeto mais distante que enxergamos com nossos olhos é a galáxia de Andrômeda, a cerca de 2,5 milhões de anos-luz. Sem óculos ou lupa, quem tem boa visão consegue ver, por exemplo, um fio de cabelo, cujo diâmetro típico vai de 60 a 140 milésimos de milímetro (micrômetros). Esse é o limite de nossa capacidade visual. Para enxergarmos de perto objetos ainda menores, precisamos ampliar nossos sentidos. Com a ajuda da tecnologia atual, conseguimos explorar o universo tanto na macro quanto na microescala.
Estariam mantidas as relações sintáticas e de sentido do texto, bem como a sua clareza, caso o trecho “que nos permitem ver da imensidão do cosmo ao diminuto mundo subatômico” (linhas de 2 a 4) fosse reescrito da seguinte forma: Que permitem-nos ver da imensidão do cosmo ao diminuto mundo subatômico.