A partir dos anos 1970, o projeto de formação profissional passou a apresentar avanços, com clara direção sociopolítica a processos emancipatórios. Nas décadas de 1980 e 1990, o projeto consolidou-se, por meio do alinhamento da profissão com a perspectiva histórica das classes subalternas, ancorado, principalmente, na matriz teórico-metodológica de tradição marxista.