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A divisão da sociedade em classes ou estratos, que formam uma hierarquia de prestígio e poder, é uma característica quase universal da estrutura social que, através de toda a história, atraiu a atenção dos filósofos e teóricos das sociedades. Mas somente com o desenvolvimento das modernas ciências sociais foi submetida ao estudo e análise críticos.
Para a teoria funcionalista da estratificação social, a desigualdade social é um recurso desenvolvido inconscientemente por meio do qual as sociedades garantem que posições mais importantes sejam preenchidas pelos mais qualificados.