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Suponha-se que João, além de tudo, tenha praticado comércio de compra e venda de bens ou serviços no recinto da repartição, ainda que fora do horário normal de expediente. Nesse caso, é correto afirmar que, conforme o Código de Ética dos Empregados Públicos do Sistema COFEN/CORENs, João praticou conduta proibida expressamente.