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Com mais de 13,5 milhões de cabeças de gado no pasto, o estado de Rondônia é a grande potência produtiva de carne e derivados na Amazônia, e desponta em primeiro lugar no ranking nacional de produtores em área livre de febre aftosa sem vacinação. Esse desempenho é um reconhecimento ao esforço do governo de Rondônia no seu projeto de desenvolvimento sustentável para o setor, por meio da Agência de Defesa Sanitária Agrossilvopastoril de Rondônia (Idaron).
Consciente da grandeza do setor produtivo primário e entusiasta dos projetos do governo para incentivar a produção de carne, leite e derivados, o governador Marcos Rocha enaltece o trabalho de sua equipe na promoção de medidas de apoio, incentivo e orientação técnica que têm contribuído para a expansão equilibrada da fronteira agropecuária, de modo especial a bovinocultura, atividade econômica que está segurando o campo com geração de emprego e renda, e de riqueza econômica, visto que é item fundamental na pauta de exportações do estado de Rondônia.
De acordo com o médico-veterinário Fabiano Alexandre dos Santos, gerente de inspeção e defesa sanitária animal da Agência Idaron, muitos fatores contribuíram para o reconhecimento de Rondônia como líder de produção de gado na Amazônia com a segurança sanitária legal e necessária, sem vacinação, abrindo as portas do estado para o mundo.
Nesta perspectiva, Rondônia exporta praticamente toda a sua produção, 76 milhões de toneladas de carne por trimestre, com um efeito de US$ 329 milhões (dólares) no mesmo período na balança comercial do estado, constituindo, no cômputo anual, um total de US$ 1,3 bilhão com a exportação de 304 milhões de toneladas de carne, segundo dados do Núcleo de Agrodados da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri).
O dirigente da Idaron lembra que, desde 2003, quando o estado de Rondônia foi declarado livre da febre aftosa, com vacinação, foi constatado um impulso considerável na produção de bovinos, e que, nesse processo, alguns fatores foram decisivos. Segundo ele, com o aumento da procura da carne de Rondônia, a agropecuária tradicional passou por uma grande transformação, que exigiu o emprego de tecnologia reprodutiva para a geração de animais de alta qualidade – precocidade, acabamento e carcaça – e de tecnologia de manejo de pastagem e nutrição, entre outros fatores que foram decisivos na conquista de novos mercados pelo mundo.
De acordo com Fabiano Santos, outro fator que foi um divisor no desempenho da produção bovina rondoniense foi a ação do governo de Rondônia. Nesse projeto de apoio e incentivo aos produtores rurais – na agricultura e pecuária –, o Poder Executivo se esmerou nas orientações para uma produção sustentável, sem agressão à natureza e com o aproveitamento dos recursos disponíveis. Dessa forma, foi evitada a abertura de novas áreas para a agricultura e pecuária, com o consequente aproveitamento das áreas degradadas, encapoeiradas, que foram destocadas, limpas, tratadas e recompostas para a plantação de lavouras e pastagens, o que resultou na ampliação da área produtiva e nos níveis de produtividade da agropecuária.
Segundo ele, todos esses fatores foram decisivos para marcar a vocação produtiva rondoniense para a pecuária, já em 2003, especialmente, com a declaração do estado de Rondônia como zona livre de aftosa com vacinação, e, daí para a frente, o rigor da fiscalização e controle da doença até chegar à condição de zona livre da aftosa sem vacinação.
“têm contribuído” (linha 7) por veem contribuindo