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É fato que, desde a pré-história, o homem já fazia uso de recursos da natureza, principalmente plantas e ervas, para tratar e curar doenças. Só que, de lá para cá, muita coisa mudou.
Os medicamentos fazem parte do nosso dia a dia de uma forma tão natural, que provavelmente a maioria das pessoas nunca se perguntou: o que é um medicamento? Em resumo, a resposta é fácil. Um medicamento é um produto feito por farmácias de manipulação ou indústrias farmacêuticas para prevenir e tratar doenças ou aliviar sintomas.
Mas, se a gente for pensar mais a fundo, essa resposta não tira algumas dúvidas. Por que uma planta medicinal, que às vezes ajuda a aliviar um sintoma, não pode ser chamada de medicamento?
A confusão mais comum é chamar um medicamento de remédio, ou o contrário. São coisas diferentes!
Remédio
Métodos ou cuidados terapêuticos que ajudam a aliviar desconfortos, mas que não passaram pelas etapas que um medicamento passa para ser liberado, são considerados remédios, mas não medicamentos.
Para deixar bem claro, um remédio pode ser: uma planta medicinal que ajude a combater sintomas; um banho quente para aliviar tensões; balas de gengibre que diminuem dor de garganta.
Medicamento
Um medicamento é um produto que foi desenvolvido por uma indústria farmacêutica e que cumpriu todas as exigências legais definidas por órgãos regulatórios; no caso do Brasil, é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os efeitos são conhecidos e foram comprovados cientificamente por inúmeros testes.
Em resumo: todo medicamento é um remédio, mas um remédio nem sempre é um medicamento.
Considerando-se o contexto das informações do texto, é correto afirmar que o antônimo do verbo “aliviar” (linha 14) é intensificar.