Suas ações envolvem questões referentes à divulgação de informações sobre avaliação psicológica à comunidade, atividades de formação continuada e, sobretudo, questões relacionadas à ingerência do ensino da avaliação nas instituições de ensino superior, interferindo diretamente na proposição das Diretrizes Curriculares Nacionais e na orientação dos psicólogos quanto à escolha dos testes psicológicos em seus processos avaliativos.