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No final dos anos 1990, teve início o debate acerca do futuro do marketing e de seu papel nas organizações. Marketing é planejamento, é definição de estratégia. Logo, para ser executado, requer o prévio conhecimento do ambiente, das necessidades da clientela. De posse desse conhecimento, é possível desenvolver estratégias corporativas para que essas necessidades possam ser atendidas. Por isso, o ponto de partida do marketing como filosofia organizacional fundamenta-se neste fato: os clientes apresentam necessidades a serem atendidas. Para tanto, a organização tem de coordenar os esforços de suas áreas funcionais, visando não só à conquista deles, mas também à sua lealdade à marca. Quando há a satisfação do cliente, ocorre o que se chama de fidelização do cliente, que se traduz em sólida relação ou vinculação entre empresa e cliente ou entre profissional (prestador de serviços) e cliente. Clientes satisfeitos costumam proporcionar aumento de vendas e, portanto, lucros crescentes. O desafio de uma empresa voltada para o marketing é desenvolver uma proposta de valor de um produto ou serviço que atenda integralmente às carências e expectativas dos seus clientes efetivos e potenciais. Assim, para que uma organização sobreviva no futuro, todo o negócio que ela desenvolve deverá ser focado no cliente e guiado pelo mercado, com escopo global e flexibilidade na sua habilidade de entregar valor superior a ele, cujas preferências e expectativas mudam continuamente à medida que é exposto a novas ofertas de produto e informações a elas referentes.
Os termos “desse” (linha 5) e “essas” (linha 7) referem-se, respectivamente, a “prévio conhecimento do ambiente” (linhas 4 e 5) e “necessidades da clientela” (linha 5).